Estende-se mais um riso na imensidão da solidão
Nasce na subta face da esperança
À alegria do encantado mundo prazer.
Permitir Um ao Outro o encontro de nossas essências
Uma fusão de combinações abstratas no quadro
Realístico fantástico da ilusão real.
O Um flerta com as materializações corporais
Além alma, visões secretas reveladas em
Palavras não proferidas nos ouvidos do Outro.
O Outro cultiva o renascimento de idéias
Antes olvidadas,especificidades não foram achadas
No entulho do coração do Um.
Um sopro basta para às cinzas se desfazerem
Calmo e translúcido é o lugar incerto da exatidão
Proposto para dois corações de Um e de Outro.
(MV)
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Igualmente
Perto de está longe, onde não te encontraria
A desilusão se aproximou da distância que nos afastaria
O ponto da despedia foi o da viagem perdida
Nesse caminho muita diversão,compreensão,agonia e decepção.
Mas o vento na face significa a maior de todas as prisões: Liberdade.
Não sei se o passado é um coração louco
Eu costumava vestir o terno do eu mesmo
Hoje serei um de outrora, usarei alguém no vasto repertório dos egos.
O homem feliz com que nada se importa
Uma estrada longa sem problemas
Observado apenas pelos olhos azuis do céu
E jamais procurar o que imaginei, pois seria voltar no caminho tortuoso das marcas que me compõem.
( MV )
A desilusão se aproximou da distância que nos afastaria
O ponto da despedia foi o da viagem perdida
Nesse caminho muita diversão,compreensão,agonia e decepção.
Mas o vento na face significa a maior de todas as prisões: Liberdade.
Não sei se o passado é um coração louco
Eu costumava vestir o terno do eu mesmo
Hoje serei um de outrora, usarei alguém no vasto repertório dos egos.
O homem feliz com que nada se importa
Uma estrada longa sem problemas
Observado apenas pelos olhos azuis do céu
E jamais procurar o que imaginei, pois seria voltar no caminho tortuoso das marcas que me compõem.
( MV )
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Also sprach Marcelo
A última mudança foi o movimento de minha sombra
pesada e cheia de inquietações, não consigo caminhar
o reflexo de minha existência é uma cor CRIStalina
o amor reflete o meu repouso diante da beleza.
O medo esconde o lado onde as lágrimas são um sorriso
sinta o prazer de acreditar na solidão como salvação
o céu publicará minha face como os ideais perdidos
o sabor do amor tem gosto de desejo vencido.
Se a Cristiane aqui estiver, a levarei comigo
seguiremos os fatos que jamais me levou a sua
essência, o seu sorriso é o meu encanto.
Eu queria que agora aqui você estivesse,
um abraço, o carinho, a mentira como verdade
o prazer como condutor da vida e o beijo para selar
o amor nunca antes sentido.
*
Dedico este poema a um ser humano único, que tenho orgulho de dizer que é meu irmão quando amigo. Te amo Garoto!
pesada e cheia de inquietações, não consigo caminhar
o reflexo de minha existência é uma cor CRIStalina
o amor reflete o meu repouso diante da beleza.
O medo esconde o lado onde as lágrimas são um sorriso
sinta o prazer de acreditar na solidão como salvação
o céu publicará minha face como os ideais perdidos
o sabor do amor tem gosto de desejo vencido.
Se a Cristiane aqui estiver, a levarei comigo
seguiremos os fatos que jamais me levou a sua
essência, o seu sorriso é o meu encanto.
Eu queria que agora aqui você estivesse,
um abraço, o carinho, a mentira como verdade
o prazer como condutor da vida e o beijo para selar
o amor nunca antes sentido.
*
Dedico este poema a um ser humano único, que tenho orgulho de dizer que é meu irmão quando amigo. Te amo Garoto!
sexta-feira, 31 de julho de 2009
O vazio de um dia
Os pensamentos errantes que vedam sua redenção
A vertigem da queda,o nada perdido com à resposta
A esperança sua maior perdição vestida de sonho
mostra-lhe uma cama onde possa cruzar o espaço
que o divide do encontro com o pó mágico e a
pílula da escolha.
O ódio que cita pessoas estranhas como sombras
para o recuo de vossa alma, observa a cegueira
que o impedirá de voar eternamente.
A escuridão como cicatriz no sol do perdão
não serei o único na sombra, a decisão da majestade
ofuscará todo o brilho de uma mente que despertou tardiamente.
A mentira por respeito à verdade é a paz
que os assassinos desconhecem graças a Ele
o filho secreto nascido na dor do universo Eu
Todas as palavras regurgitadas no vazio da vida
não passam de risos ecoados pelo desespero de existir
24 horas no grande vazio da vida.
( MV )
A vertigem da queda,o nada perdido com à resposta
A esperança sua maior perdição vestida de sonho
mostra-lhe uma cama onde possa cruzar o espaço
que o divide do encontro com o pó mágico e a
pílula da escolha.
O ódio que cita pessoas estranhas como sombras
para o recuo de vossa alma, observa a cegueira
que o impedirá de voar eternamente.
A escuridão como cicatriz no sol do perdão
não serei o único na sombra, a decisão da majestade
ofuscará todo o brilho de uma mente que despertou tardiamente.
A mentira por respeito à verdade é a paz
que os assassinos desconhecem graças a Ele
o filho secreto nascido na dor do universo Eu
Todas as palavras regurgitadas no vazio da vida
não passam de risos ecoados pelo desespero de existir
24 horas no grande vazio da vida.
( MV )
domingo, 10 de maio de 2009
Prozac
O andarilho que percorre o vazio de todas as noites,
Veio me visitar com sua força destrutiva semear a morte,
Onde a vida não deseja ser mais a mesma,
Agora deixo cacos de vidro deslizando sobre as linhas,
Que me separam da solidão do existir
O rio jorra o seu desespero em meu corpo,
Papai e mamãe me secam e trocam minha roupa,
Dizem que é para eu nunca mais estorvar a vida,
Eu já estou triste porque a dor e a mesma tristeza,
Vão cair no esquecimento graças à falsidade,
E ao sentimento de esperança em debelar,
O sofrimento de viver desprovido do riso,
Penso na morte como o palhaço na alegria,
Mas tudo é tão frívolo no passar do meu eu,
A prosa, a prova, as proezas e o prozac.
(MV)
Veio me visitar com sua força destrutiva semear a morte,
Onde a vida não deseja ser mais a mesma,
Agora deixo cacos de vidro deslizando sobre as linhas,
Que me separam da solidão do existir
O rio jorra o seu desespero em meu corpo,
Papai e mamãe me secam e trocam minha roupa,
Dizem que é para eu nunca mais estorvar a vida,
Eu já estou triste porque a dor e a mesma tristeza,
Vão cair no esquecimento graças à falsidade,
E ao sentimento de esperança em debelar,
O sofrimento de viver desprovido do riso,
Penso na morte como o palhaço na alegria,
Mas tudo é tão frívolo no passar do meu eu,
A prosa, a prova, as proezas e o prozac.
(MV)
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
The last, but not the least
A criatividade emana no sofrimento
como a liberdade nas asas dos pássaros
Deus sabe pois eu o criei para ser livre
Circunstâncias como esta é desejo de voar
Nas linhas vazias que existiam antes de
Preenche-las.
Algum dia após o tempo já conhecido
Construo uma nova versão de mim
Provando de todas as teorias
Nenhuma mais forte do que meu Eu
Monopolizadoras, plantam dor para
Colher fracos e submissos.
Vamos reverenciar o que somos
Cultuar a vida, pensar e gozar
Serei o último mas não o menos importante
A descobrir que nada importa tanto quanto
Criar o caminho que te transcenda ao
Teu próprio paraíso.
(MV)
como a liberdade nas asas dos pássaros
Deus sabe pois eu o criei para ser livre
Circunstâncias como esta é desejo de voar
Nas linhas vazias que existiam antes de
Preenche-las.
Algum dia após o tempo já conhecido
Construo uma nova versão de mim
Provando de todas as teorias
Nenhuma mais forte do que meu Eu
Monopolizadoras, plantam dor para
Colher fracos e submissos.
Vamos reverenciar o que somos
Cultuar a vida, pensar e gozar
Serei o último mas não o menos importante
A descobrir que nada importa tanto quanto
Criar o caminho que te transcenda ao
Teu próprio paraíso.
(MV)
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Para o enriquecimento da alma
As almas devem compreender o tamanho de sua vontade.
Como então medir minha vontade?
Que deveria ser minha vontade?
Deveria aspirar a minha transcendência.
Não deveria sujeitar a minha felicidade ao desejo, ao querer de outrem.
Almas pequenas precisam encontrar em outrem a felicidade.
Por acaso isso seria a sua própria felicidade?
Por que não procurar uma felicidade introvertida?
Explicitar sua vontade implícita seria viver melhor consigo e também contigo.
Pois o que é bom para mim é bom também para outrem e não ao contrário.
Por que então fazer o inverso se já sabemos o resultado desde sempre?Pessoas amiúde não se conhecem, nem pretendem, mas já condenam os outros pelo que são.
Ah! Se as almas pequenas existissem primeiro, antes de começar a se vingar dos existentes.
(MS)
Como então medir minha vontade?
Que deveria ser minha vontade?
Deveria aspirar a minha transcendência.
Não deveria sujeitar a minha felicidade ao desejo, ao querer de outrem.
Almas pequenas precisam encontrar em outrem a felicidade.
Por acaso isso seria a sua própria felicidade?
Por que não procurar uma felicidade introvertida?
Explicitar sua vontade implícita seria viver melhor consigo e também contigo.
Pois o que é bom para mim é bom também para outrem e não ao contrário.
Por que então fazer o inverso se já sabemos o resultado desde sempre?Pessoas amiúde não se conhecem, nem pretendem, mas já condenam os outros pelo que são.
Ah! Se as almas pequenas existissem primeiro, antes de começar a se vingar dos existentes.
(MS)
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
América
Eu vejo um homem que pinta a espiritualidade de uma mulher,
Eu vejo e não interrompo esta experiência,
Isto pode me elevar.
E sua feminilidade pode me levar ao nirvana,
Eu vejo um pouco de luz que pode levar à América,
Eu durmo, pergunto e você transcende, mas eu quero saber...
E você me disse que está no fundo,
Enlouqueço pela dúvida,
Você me dá drogas para eu me sentir falso,
Mas essa batida frenética dói,
Só que as batidas das razões também ferem.
Vejo um fantasma: está procurando o que ser!
Vejo que posso tocar as razões do Desconhecido,
Vejo os óculos escuros que estão tampando a esperança da salvação,
É isso o que você ama e tem compaixão?
Eu assisto ao sorisso dado pela suas mãos.
( MV)
Eu vejo e não interrompo esta experiência,
Isto pode me elevar.
E sua feminilidade pode me levar ao nirvana,
Eu vejo um pouco de luz que pode levar à América,
Eu durmo, pergunto e você transcende, mas eu quero saber...
E você me disse que está no fundo,
Enlouqueço pela dúvida,
Você me dá drogas para eu me sentir falso,
Mas essa batida frenética dói,
Só que as batidas das razões também ferem.
Vejo um fantasma: está procurando o que ser!
Vejo que posso tocar as razões do Desconhecido,
Vejo os óculos escuros que estão tampando a esperança da salvação,
É isso o que você ama e tem compaixão?
Eu assisto ao sorisso dado pela suas mãos.
( MV)
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Antes multicolor agora cinza
A paixão tornou-se cinza e meus olhos choram,
Com a tristeza de um dia de domingo,
Nuvens negras cobrem a beleza da felicidade,
Com o coração que faz julgamentos,
Estou cego em meio ao desespero.
Anjos não falam sobre sexo,
E demônios do seu destino,
Viver com o sabor das horas,
Que me separam de você,
O último suspiro me leva,
A dirigir dias felizes,
Que já se foram.
(MV)
Com a tristeza de um dia de domingo,
Nuvens negras cobrem a beleza da felicidade,
Com o coração que faz julgamentos,
Estou cego em meio ao desespero.
Anjos não falam sobre sexo,
E demônios do seu destino,
Viver com o sabor das horas,
Que me separam de você,
O último suspiro me leva,
A dirigir dias felizes,
Que já se foram.
(MV)
sábado, 30 de agosto de 2008
Alice
Ali se eu estivesse, no Éden estaria,
Ali se eu estivesse, o caminho percorreria,
Ali se eu estivesse, o fim se desfaria,
Ali se eu fosse, eu não seria,
Ali se eu fosse, você não teria,
Ali se eu fosse, eles não saberiam,
Ali se eu pedisse,
Ali se eu implorasse,
Ali se desejasse, nada poderia,
Alice no princípio estive,
Alice o caminho percorri,
Alice o fim não se desfez,
Alice lá eu fui,
Alice lá você esteve,
Alice lá eles souberam,
Alice eu pedi,
Alice eu implorei,
Alice eu desejei, e agora, nós temos?
(MV)
Ali se eu estivesse, o caminho percorreria,
Ali se eu estivesse, o fim se desfaria,
Ali se eu fosse, eu não seria,
Ali se eu fosse, você não teria,
Ali se eu fosse, eles não saberiam,
Ali se eu pedisse,
Ali se eu implorasse,
Ali se desejasse, nada poderia,
Alice no princípio estive,
Alice o caminho percorri,
Alice o fim não se desfez,
Alice lá eu fui,
Alice lá você esteve,
Alice lá eles souberam,
Alice eu pedi,
Alice eu implorei,
Alice eu desejei, e agora, nós temos?
(MV)
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Doce Prazer
A preocupação de todos é como um conselho
Um tiro na fotografia da satisfação
O pesar é que ela não sangra nem morre
O sonho das brincadeiras são apenas palavras
No jardim do desejo onde ninguém semeia
Não há futuro diante da verdade.
A mentira que você afaga em seus braços
Como uma criança estranha
Irá crescer como sua dor
O tempo é um círculo, ele voltará
A explicação é uma benção não dita
Aos que querem um motivo para viver.
O pecado é uma instigante e maravilhosa forma de iludir
Seja eu ou o conselheiro, todos sucumbimos a ele
Vamos para a cidade do desejo, você vem?
Não recordo do simples fato onde é
Ele está onde quiser, eu o encontrarei
O prazer ainda é o atalho mais fácil para a felicidade.
(MV)
Um tiro na fotografia da satisfação
O pesar é que ela não sangra nem morre
O sonho das brincadeiras são apenas palavras
No jardim do desejo onde ninguém semeia
Não há futuro diante da verdade.
A mentira que você afaga em seus braços
Como uma criança estranha
Irá crescer como sua dor
O tempo é um círculo, ele voltará
A explicação é uma benção não dita
Aos que querem um motivo para viver.
O pecado é uma instigante e maravilhosa forma de iludir
Seja eu ou o conselheiro, todos sucumbimos a ele
Vamos para a cidade do desejo, você vem?
Não recordo do simples fato onde é
Ele está onde quiser, eu o encontrarei
O prazer ainda é o atalho mais fácil para a felicidade.
(MV)
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
A partida
O olhar através da janela revela
Um gesto que se desfaz com
O cenário em movimento e
As lágrimas que fluem com
A separação da partida.
A estrada tem sabor de saudade.
E a solidão de quem fica é acesa
Por mais um cigarro que não basta
Para suprir a ausência de um vício
Que a destrói e edifica com dizeres.
O regresso é penoso, não estou lá!
A distância segue a sua lei selvagem
Com a kilometragem dilaceradora.
Mas o que nos falta é interromper
O contra-senso que a existência nos oferece.
(MV)
Um gesto que se desfaz com
O cenário em movimento e
As lágrimas que fluem com
A separação da partida.
A estrada tem sabor de saudade.
E a solidão de quem fica é acesa
Por mais um cigarro que não basta
Para suprir a ausência de um vício
Que a destrói e edifica com dizeres.
O regresso é penoso, não estou lá!
A distância segue a sua lei selvagem
Com a kilometragem dilaceradora.
Mas o que nos falta é interromper
O contra-senso que a existência nos oferece.
(MV)
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Desespero do existir
O amor não é a única grande verdade que nos levará ao paraíso
A sinfonia inebriante da fé faz com que muitos se divirtam nesse jogo
Acordar nem sempre é possível sem uma nova visão do amanhã
Cochilando no vale da morte somos jogados na masmorra
A verdade dita consola o vazio do desespero que coroe a existência
Quero uma tv e uma arma para com quem conversar no jantar.
A beleza do existir é o prazer, custe o que custar ao próximo
Nem que seja a miséria que pagamos por nossa necessidade súbita
Hoje tudo é colorido artificialmente, a vida, o sonho e a esperança
Embora as mesmas não sejam notórias no âmbito do despejo da dor
O consciente sob pressão ao estilo de um decorador de almas perturbadas
Não serei monopólio de nenhum um ideal, continuo no lugar de esquecimento.
Que comece o definhamento em lágrimas, ela é tudo que tenho para consumir
O lenço que extrai a agonia da minha face é o mesmo que limpa minha boca de prazer
Farei de uma estrela meu coxim, aqui está insuportável, a sociedade em ruínas
O mundo está morrendo e o ouro negro nascendo, milliardaires, milliardaires
Eu acredito em segregações, muros, covardia, ódio, discriminação, inveja e poder
Andar nas minhas verdades é o veneno para o seu sono, eu acredito em você, e você?
(MV)
A sinfonia inebriante da fé faz com que muitos se divirtam nesse jogo
Acordar nem sempre é possível sem uma nova visão do amanhã
Cochilando no vale da morte somos jogados na masmorra
A verdade dita consola o vazio do desespero que coroe a existência
Quero uma tv e uma arma para com quem conversar no jantar.
A beleza do existir é o prazer, custe o que custar ao próximo
Nem que seja a miséria que pagamos por nossa necessidade súbita
Hoje tudo é colorido artificialmente, a vida, o sonho e a esperança
Embora as mesmas não sejam notórias no âmbito do despejo da dor
O consciente sob pressão ao estilo de um decorador de almas perturbadas
Não serei monopólio de nenhum um ideal, continuo no lugar de esquecimento.
Que comece o definhamento em lágrimas, ela é tudo que tenho para consumir
O lenço que extrai a agonia da minha face é o mesmo que limpa minha boca de prazer
Farei de uma estrela meu coxim, aqui está insuportável, a sociedade em ruínas
O mundo está morrendo e o ouro negro nascendo, milliardaires, milliardaires
Eu acredito em segregações, muros, covardia, ódio, discriminação, inveja e poder
Andar nas minhas verdades é o veneno para o seu sono, eu acredito em você, e você?
(MV)
segunda-feira, 30 de junho de 2008
A concepção
O que restou da química do seu sorriso,
O leve e fresco ar da sua elegância,
Paguei e percorri um longo caminho Para ir ao lado errado de você,
A emoção de gastar foi à última,
Num vazio de uma rainha hipócrita.
Ela vai voltar e encontrar o que perdi,
Todo o tempo que não tive, ela só fez gozar,
O sofrimento do respeito forjado pelo dinheiro,
Eu nunca tive o tédio no meu sangue até você tocar meus lábios,
Ela sabe de tudo dentro de seu desejo,
poder e orgulho,
Não espero tocar a face de Deus e nem nada especial.
Apenas acreditar na farsa dessa garota,
Este é o tempo que tenho que esperar,
Até ele curva-se diante de mim feito uma piada,
O real se desfez dentro de seu amor,
A invenção de sua concepção gloriosa,
Sou eu que nada pude fazer.
Ela tem algumas faces que não consigo ver,
O subterrâneo está escuro como sua depressão,
Mais uma vez ela transou com narciso e eu aqui,
As luzes apagam devo ir para algum lugar,
Em casa sozinho novamente estou deitado,
Uma mão leve me sufoca até o despertar.
(MV)
O leve e fresco ar da sua elegância,
Paguei e percorri um longo caminho Para ir ao lado errado de você,
A emoção de gastar foi à última,
Num vazio de uma rainha hipócrita.
Ela vai voltar e encontrar o que perdi,
Todo o tempo que não tive, ela só fez gozar,
O sofrimento do respeito forjado pelo dinheiro,
Eu nunca tive o tédio no meu sangue até você tocar meus lábios,
Ela sabe de tudo dentro de seu desejo,
poder e orgulho,
Não espero tocar a face de Deus e nem nada especial.
Apenas acreditar na farsa dessa garota,
Este é o tempo que tenho que esperar,
Até ele curva-se diante de mim feito uma piada,
O real se desfez dentro de seu amor,
A invenção de sua concepção gloriosa,
Sou eu que nada pude fazer.
Ela tem algumas faces que não consigo ver,
O subterrâneo está escuro como sua depressão,
Mais uma vez ela transou com narciso e eu aqui,
As luzes apagam devo ir para algum lugar,
Em casa sozinho novamente estou deitado,
Uma mão leve me sufoca até o despertar.
(MV)
sábado, 28 de junho de 2008
Estoicismo
Aplausos nus para uma crônica sobre Deus
Traços da virtude de um austero estão na juventude
Frustrada por não ser o que é
O tratamento é mais um dia com angústia
A compaixão flui como uma substância enigmática
Para a vergonha que é a esperança no próximo.
Os ensinamentos estão mortos para o ser vazio
A alegria do egoísmo de desejar a mudança do outro
É a introdução para a decadência do que existe
Mas o momento é de aprender com o inimigo
E o sofrimento estóico com sua fascinação
Pela vida que alcançará toda as metas.
(MV)
Traços da virtude de um austero estão na juventude
Frustrada por não ser o que é
O tratamento é mais um dia com angústia
A compaixão flui como uma substância enigmática
Para a vergonha que é a esperança no próximo.
Os ensinamentos estão mortos para o ser vazio
A alegria do egoísmo de desejar a mudança do outro
É a introdução para a decadência do que existe
Mas o momento é de aprender com o inimigo
E o sofrimento estóico com sua fascinação
Pela vida que alcançará toda as metas.
(MV)
domingo, 22 de junho de 2008
Terra Estranha
A noite é mais solitária
O silêncio é frio
A grama é coberta pelo sangue do céu
O sol tímido nasce e morre na depressão do frio
A alegria bucólica que surge
Na arquitetura das ruas de Viena
É como beber um mint julep no verão de Long Island
Ao som de Chet Baker
Sem endereço me encontro em meio a dor da distância
Estar em casa a sós é confortante,
Temos consciência que há alguém próximo,
Mas não contigo
O tempo constrói e molda a sua maneira
Não há beleza,Nem dinheiro
Família e amigos lá estão
Aqui, eu destruo todas as projeções
De uma mãe para um filho
Coisas boas nem sempre estão em qualquer lugar...
A veracidade consta em você acreditar
Retornar não é a solução. Ir a diante é?
Não sei, continuo sem rumo ao tudo e ao nada
Absolutamente acreditando na farsa da mentira.
(MV)
O silêncio é frio
A grama é coberta pelo sangue do céu
O sol tímido nasce e morre na depressão do frio
A alegria bucólica que surge
Na arquitetura das ruas de Viena
É como beber um mint julep no verão de Long Island
Ao som de Chet Baker
Sem endereço me encontro em meio a dor da distância
Estar em casa a sós é confortante,
Temos consciência que há alguém próximo,
Mas não contigo
O tempo constrói e molda a sua maneira
Não há beleza,Nem dinheiro
Família e amigos lá estão
Aqui, eu destruo todas as projeções
De uma mãe para um filho
Coisas boas nem sempre estão em qualquer lugar...
A veracidade consta em você acreditar
Retornar não é a solução. Ir a diante é?
Não sei, continuo sem rumo ao tudo e ao nada
Absolutamente acreditando na farsa da mentira.
(MV)
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Velório da vida
Acordei vendo tudo em negro, que dia é esse?
Nessa manhã escura percebo a tristeza
Estampada em todos, a natureza é a única
Intacta ao meu olhar cabisbaixo sobre
O terno que me veste, é como se fosse
Invisível, o modo de falar é um monólogo
Esquecido em meio às vozes da sociedade
Ouço lamentações e sinto lágrimas caírem
Nada é tão escuro como o medo e a frustração
De não ser o que você já foi, tudo está perdido!
Talvez eu não encontre a definição para hoje
Vou experimentar a saudade de desejar um
Dia sem tantos conhecidos, falam tanto ao
Meu respeito, gostaria de não ouvir tudo
À vela com seu perfume da morte está em
Todos os lugares, a última palavra citada é “amém”!
(MV)
Nessa manhã escura percebo a tristeza
Estampada em todos, a natureza é a única
Intacta ao meu olhar cabisbaixo sobre
O terno que me veste, é como se fosse
Invisível, o modo de falar é um monólogo
Esquecido em meio às vozes da sociedade
Ouço lamentações e sinto lágrimas caírem
Nada é tão escuro como o medo e a frustração
De não ser o que você já foi, tudo está perdido!
Talvez eu não encontre a definição para hoje
Vou experimentar a saudade de desejar um
Dia sem tantos conhecidos, falam tanto ao
Meu respeito, gostaria de não ouvir tudo
À vela com seu perfume da morte está em
Todos os lugares, a última palavra citada é “amém”!
(MV)
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Buquê inconfundível
Bocejando diante a preguiça que envolve o meu corpo
O tempo devora a obrigação do sol em brilhar mais um dia
Tudo tão confortável na prática do nada
Garotos e garotas regozijam com a mesmice
Do outro lado a cidade pulsa, e eu a observo a poeira
Bailar no ar da sala, junto a um Malbec.
O estresse é ignoto como o trabalho
O dinheiro harmoniza a vida que levo
Rega o jardim dos meus prazeres
O Amanhã é distante de hoje, há muito que gozar
Entorpecido pelo ócio marco mais uma página do
Livro que lia até o entregador chegar com a comida.
Não sei o que compro hoje constelações ou almas
Com olhares distorcidos desisto da aquisição
Isso não é nada para a ganância de um homem
Preciso assinar o cheque da junção criatividade
Mente, infelizmente isso não pára de funcionar
Talvez eu compro a cura para todos os males.
Todos os crimes que a minha mente já executou
Não são suficientes para que me conduza ao fim
A própria me livra com suas ótimas defesas
Abro um Veuve Clicquot Ponsardin para
Celebrar mais uma absolvição do Super Homem
E a culpa no fim é revelada, o ócio está exausto!
(MV)
O tempo devora a obrigação do sol em brilhar mais um dia
Tudo tão confortável na prática do nada
Garotos e garotas regozijam com a mesmice
Do outro lado a cidade pulsa, e eu a observo a poeira
Bailar no ar da sala, junto a um Malbec.
O estresse é ignoto como o trabalho
O dinheiro harmoniza a vida que levo
Rega o jardim dos meus prazeres
O Amanhã é distante de hoje, há muito que gozar
Entorpecido pelo ócio marco mais uma página do
Livro que lia até o entregador chegar com a comida.
Não sei o que compro hoje constelações ou almas
Com olhares distorcidos desisto da aquisição
Isso não é nada para a ganância de um homem
Preciso assinar o cheque da junção criatividade
Mente, infelizmente isso não pára de funcionar
Talvez eu compro a cura para todos os males.
Todos os crimes que a minha mente já executou
Não são suficientes para que me conduza ao fim
A própria me livra com suas ótimas defesas
Abro um Veuve Clicquot Ponsardin para
Celebrar mais uma absolvição do Super Homem
E a culpa no fim é revelada, o ócio está exausto!
(MV)
sábado, 17 de maio de 2008
A cirurgia da leitura
Shakespeare o globo foi pequeno para ti
Buda transformaram sua árvore em dinheiro
Para desfilarem na limusine da luxúria
Nietzsche será que futuro retornará
Para impedir que Goethe não seja mais o mesmo
Freud me disse que o único sorriso que amei foi
Da plástica feita pela bravura do capital, já que
Nem mesmo as poesias do Senhor Zimmerman
Convence-me que essa passagem é simples.
Outro dia encontrei Hesse em suas narrativas
Dizendo Mademoiselle permettez... Depois
De cometer um assassinato, Nem Kundera
Com seu riso cairia no esquecimento
Mann deveria nos levar para sua Montanha Mágica
E lá nos deixar para geladuras marcarem nossas faces
Mas somente os Deuses sabem como o descaso é
Uma arma na mão dos miseráveis
Querido Deus o seu amor é de matar.
(MV)
Buda transformaram sua árvore em dinheiro
Para desfilarem na limusine da luxúria
Nietzsche será que futuro retornará
Para impedir que Goethe não seja mais o mesmo
Freud me disse que o único sorriso que amei foi
Da plástica feita pela bravura do capital, já que
Nem mesmo as poesias do Senhor Zimmerman
Convence-me que essa passagem é simples.
Outro dia encontrei Hesse em suas narrativas
Dizendo Mademoiselle permettez... Depois
De cometer um assassinato, Nem Kundera
Com seu riso cairia no esquecimento
Mann deveria nos levar para sua Montanha Mágica
E lá nos deixar para geladuras marcarem nossas faces
Mas somente os Deuses sabem como o descaso é
Uma arma na mão dos miseráveis
Querido Deus o seu amor é de matar.
(MV)
Condenados à liberdade
Esse escarro dado em suas costas
Foi como destruir sua dignidade
Desculpem-me por nada fazer
Meus sonhos são culpados por
Vender crucifixos sem valor
E o filho da verdade parte para
O fim dissolvendo todas as Dúvidas
O começo da mentira é empolgante
Mas o meio é anestésico para vida
Definitivamente a liberdade é uma
Prisão que todos nós perseguimos.
(MV)
Foi como destruir sua dignidade
Desculpem-me por nada fazer
Meus sonhos são culpados por
Vender crucifixos sem valor
E o filho da verdade parte para
O fim dissolvendo todas as Dúvidas
O começo da mentira é empolgante
Mas o meio é anestésico para vida
Definitivamente a liberdade é uma
Prisão que todos nós perseguimos.
(MV)
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